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domingo, 27 de março de 2011

Crime Ambiental! Lixeira na água

Fiquei de boa aberta quando vi isto.... UM CRIME AMBIENTAL! Numa zona de campos agrícolas, uma linha de água anteriormente utilizada para chegar água ás regas dos terrenos, é agora utilizado para despejar lixo. Todo o tipo de lixo, pneus, latões, latas, baldes, embalagens de produtos tóxicos, peças de carros, electrodomésticos, sanitas... etc... uma situação ridícula e impressionante em que a água está castanha quase florescente da ferrugem e todos os tóxicos ali deitados. Este local fica junto ao Rio Mondego, actualmente existem escavações e cortes de arvoredo junto do local, nem quero imaginar se esta água chegar e entrar na corrente do Rio Mondego...

Crime Ambiental! Lixo, pneus, latões, óleo...

Crime Ambiental! Lixo, pneus, latões, óleo...


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No Google Maps não consigo identificar o exacto local, mas fica entre Pelames e Montemor-o-Velho, a sul da EN111 na estrada que dá acesso aos campos agrícolas.

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Antiga ponte de madeira em Pelames

Uma antiga ponte de madeira em Pelames, Montemor-o-velho, actualmente interdita à passagem de qualquer veículo e nem recomendada à passagem de pessoas. Actualmente já não é necessário passar por ela porque um acesso mais ao lado foi feito para ser evitada. A ponte está actualmente como que 'podre', a madeira a cair aos poucos, em alguns anos poderá cair definitivamente.

Antiga ponte de madeira em Pelames

Antiga ponte de madeira em Pelames

Antiga ponte de madeira em Pelames


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Tentúgal

Tentúgal é uma freguesia portuguesa do concelho de Montemor-o-Velho e paróquia da Diocese de Coimbra, com 34,48 km² de área e 2 275 habitantes (2001). Densidade: 66,0 hab/km².
Foi vila e sede de concelho até meados do século XIX.
Tentúgal é mais conhecida pelo famoso pastel de Tentúgal, doce tradicional de origem conventual.
Fotos do Convento de Tentúgal.

Avenida larga de Tentúgal

Junta de Freguesia de Tentúgal


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Convento de Tentúgal

Os Palitos Folhados faziam parte do receituário da doçaria do Convento de Nossa Senhora da Natividade – Carmelo de Tentúgal.
Na doçaria portuguesa encontra-se uma grande variedade de folhados e recheios nos diversos tipos de Palitos Folhados, os do Convento de Tentúgal seriam, porventura dos mais elaborados, no século XIX já era conhecida a sua confecção.
No início dos anos 1890 do século XIX a Hospedaria da Dona Maria da Conceição Faria (1851-1940), única no caminho de Charrete de Coimbra à Figueira da Foz, inicia a confecção e comercialização dos Palitos Folhados como complemento à prestigiada cozinha aí praticada onde se distinguia o Cabrito e o Lombo de Porco assados no forno e a Lampreia na época.
A receita e arte de confecção são ensinados à Dona Conceição Faria por uma familiar, auxiliar no Convento e prática na confecção da doçaria e do qual saiu, após o encerramento em 1898.
O seu aspecto e gosto refinado, a qualidade e a divulgação dos Palitos Folhados da Dona Conceição Faria, levaram à alteração da sua designação logo nos primeiros tempos, associando ao “Pastel”, o nome da Vila, criando e popularizando assim a designação Pastel de Tentúgal.
No século XX a Hospedaria mantém as suas características e após a implantação da República em 1910, Portugal conhece um grande desenvolvimento com a construção de estradas e o aparecimento dos primeiros automóveis. A partir do início dos anos 20, é a sua filha, Dona Branca Faria Delgado (1894-1982) que dá grande incremento e divulgação aos Pasteis de Tentúgal e manteve a casa até ao início dos anos 80. Para o seu prestígio contribuíram as frequentes visitas da classe abastada e de professores e estudantes da Universidade de Coimbra, que vinham a Tentúgal apreciar e encomendar os pastéis da Dona Branca Delgado que posteriormente divulgavam por todo o país.
As apreciadas características do Pastel de Tentúgal encontram-se no folhado fino e estaladiço, único na doçaria portuguesa e no recheio de ovos. Inicialmente na sua confecção estava presente a amêndoa ralada que lhe requintava o gosto, devido à sua escassez esta veio a ser abandonada. Por encomenda e menos divulgada a forma Meia-Lua, era o pastel das bodas.
A confeição manteve-se exclusivamente na família da Dona Conceição Faria até meados dos anos 50, altura em que apareceu um novo confeiteiro a comercializar, originando assim um novo ciclo do Pastel de Tentúgal.
Os familiares da Dona Branca Delgado não lhe deram continuidade. Hoje, o pastel mantêm basicamente as mesmas características, a industrialização do seu fabrico tornou-se na principal empregadora e geradora de riqueza da antiga Vila.

Convento de Tentúgal: Frente

Convento de Tentúgal: Entrada

Convento de Tentúgal: Rua lateral

Convento de Tentúgal: Porta

Convento de Tentúgal: Santo e data na porta

Convento de Tentúgal: Traseiras

Convento de Tentúgal: Praça

Convento de Tentúgal: Jardim

Convento de Tentúgal: Jardim - Moinho de água

Convento de Tentúgal: Jardim - Moinho de água

Convento de Tentúgal: Jardim - Passagem de água

Convento de Tentúgal: Jardim - Passagem de água


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Um Geocaching difícil de encontrar

No Geocaching existem uns mais difíceis que outros, este geocache estava a ser um complicado, sem nenhuma dica e num sítio vasto, as coisas estavam complicadas para o encontrar.

Geocaching: Em busca de um cache difícil

Geocaching: Em busca de um cache difícil

Fonte usada para arrumar o caixote lixo

Ia eu a passar por Tentúgal, Montemo-o-Velho, quando reparei que havia algo por detrás deste caixote do lixo. O meu espanto quando que parece que as fontes construídas pelos nossos antepassados, são actualmente usadas para arrumar o caixote do lixo!

Fonte com caixote do lixo e material de obras

Fonte com caixote do lixo e material de obras


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Igreja da Misericórdia de Tentúgal

Construída em finais de quinhentos, apresenta uma grande sobriedade formal, quer ao nível da construção quer decorativa. A cabeceira é constituída por três altares integrados num retábulo único com esculturas e baixos relevos de grande simplicidade decorativa.

Igreja da Misericórdia de Tentúgal


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Igreja Matriz de Tentúgal

Planta longitudinal com uma nave, coro-alto e capela-mor. Frontaria com porta de arco quebrado formado por duas molduras contínuas sem capitéis, encimada por um pequeno óculo. Á esquerda, ligeiramente recuada, torre quadrangular. No interior, na nave, abrem-se através de arcos duas capelas de cada lado. A capela-mor também é ladeada por duas capelas colaterais.

Igreja Matriz de Tentúgal: Entrada

Igreja Matriz de Tentúgal: Frente

Igreja Matriz de Tentúgal: Torre


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Túnel sob A14 em Casal do Raposo, Montemor-o-Velho

Este túnel na verdade não tem nada de especial, apenas registei a foto para a meter no Google Earth :) assim as pessoas a que consultem os mapas do Google podem ficar melhor informadas do local caso lá passem.

Túnel sob A14 em Casal do Raposo, Montemor-o-Velh


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Estação Santana-Ferreira Ramal da Figueira Da Foz

A estação Santana-Ferreira Faz parte do Ramal da Figueira da Foz, e encontra se situada em Santana e tal como o ramal também se encontra temporariamente encerrada.

O Ramal da Figueira da Foz é uma ferrovia situada no centro-oeste de Portugal. Liga a estação de Figueira da Foz (que é também término da Linha do Oeste) à estação de Pampilhosa, numa distância total de 50,4 km. Inclui o túnel de Alhadas, com 519 m. Este ramal fazia inicialmente parte da Linha da Beira Alta, tendo sido oficialmente diferenciado desta última na década de 1990; a continuidade da via, permitindo a passagem nos dois troços sem inversão de marcha na Pampilhosa, havia sido eliminada muito antes. Em 2007 ocorreram algumas obras de beneficiação, com carril proveniente do extinto Ramal da Lousã, principalmente no Túnel de Alhadas.

Em Janeiro de 2009 o ramal foi totalmente encerrado ao tráfego ferroviário por motivos de segurança a via encontra-se bastante degradada em toda a extensão do ramal. As obras de reabilitação, tiveram início em Novembro de 2010 e têm conclusão e reabertura previstas para meados de 2011, possibilitando velocidades até 90 km/h.

Este ramal começou a ser construído em 10 de Agosto de 1880, mais tarde do que a Linha da Beira Alta, que iniciou a sua construção em 3 de Outubro de 1878, mas foi inaugurado na mesma data.

A Companhia dos Caminhos-de-Ferro da Beira Alta foi a empresa construtora, cabendo ao técnico francês Duparchy a orientação dos trabalhos. Construído numa só fase, este ramal foi inaugurado em 3 de Agosto de 1882, conjuntamente com a Linha da Beira Alta, da qual fazia parte, e contou com a presença de El-Rei D. Luís e da família real na viagem inaugural entre a Figueira da Foz e Vilar Formoso.

Estação de Comboios, Santana-Ferreira: Gare

Estação de Comboios, Santana-Ferreira: Gare

Estação de Comboios, Santana-Ferreira: Linha


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Casa amarela antiga em à entrada de Santana, Montemor-o-Velho

Esta é uma casa antiga em elevado estado de degradação, que fica situada mesmo à entrada de Santana, quem vem de Montemor-o-Velho. É umas das primeiras casas consideradas de luxo de Santana, mas o tempo foi dando cabo dela, estando actualmente ao abandono e em elevando estado de degradação. O seu chão de madeira está podre e com grandes buracos, e existe um buraco no telhado, que quando chove permite que a água escorra toda para dentro da casa.

Casa amarela em Santana: Entrada

Casa amarela em Santana: Frente

Casa amarela em Santana: Simetria nas traseiras

Casa amarela em Santana: Escadas por dentro

Casa amarela em Santana: Barracão

Casa amarela em Santana: Barracão por dentro

Casa amarela em Santana: Telhado do barracão


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quinta-feira, 24 de março de 2011

Outeiro da Moura

O Outeiro da Moura é um pequeno aglomerado de casas habitado apenas por duas famílias. Os seus outros habitantes aproveitam as casas dos seus antepassados para passarem os seus fins de semana ou férias.

Este lugar é um recanto poético de Verride, eternizado por várias gerações devido à sua lenda. Chamado assim devido à lenda de uma moura que vivia no castelo de Montemor-o-Velho mas que se refugiou neste lugar numa das investidas dos cristãos contra os mouros. Reza a lenda que esta moura era muito bela mas nunca ninguém a conseguiu ver. Só o seu canto, a sua entoação harmoniosa, bela ecoava pelo Outeiro. Então, na esperança de a ver, ou com ela falar terão começado pessoas a habitar aquele pequeno monte. A lenda ainda hoje corre de geração em geração.

Outeiro da Moura: Jardim

Outeiro da Moura: Mesa

Outeiro da Moura: Esplanada

Outeiro da Moura: Rua da Moura

Outeiro da Moura: Pedras no jardim

Outeiro da Moura: Pedras com buracos

Outeiro da Moura: Churrasqueira


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Ereira (Ilha Mártir do Mondego) vista de Verride

Ereira, a terra natal do Poeta Afonso Duarte, está situada em plena planície de aluvião do Mondego. Particularmente vulnerável às cheias, é conhecida como Ilha Mártir do Mondego. Ainda se podem observar nas paredes das casas as marcas do nível atingido pelas águas nas diversas cheias, como por exemplo a grande cheia de 2001.

A primeira "habitação" de que há memória na granja da Ereira é a casa do Torreão de 1414, que mais tarde serviu como atelier de João de Ruão, mas só no século XIX é que surgem as restantes habitações que compõem a freguesia.

Ereira (Ilha Mártir do Mondego) vista de Verride


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quarta-feira, 23 de março de 2011

Igreja Matriz de Reveles

A actual Igreja Matriz é dedicada a Nossa Senhora do Ó, avista-se dos campos do Mondego e do alto mar. É costume antigo os marinheiros de Buarcos (Figueira da Foz), aquando da actividade piscatória no mar alto, orientarem-se pela brancura e altivez desta igreja e daí as promessas e pagamento após o regresso a terra. Além da Igreja Matriz, Reveles possui ainda uma capela dedicada a Nossa Senhora da Saúde cuja festa se celebra no terceiro fim-de-semana de Agosto.

Reveles foi habitada nos tempos pré-históricos e durante a ocupação romana; a comprová-lo está o facto de terem sido encontrados fragmentos de vasos, fíbulas e ainda o tampo dum vaso fino com feição romana, achado a dois metros de profundidade. O topónimo Reveles é derivado da baixa latinidade Rebelles e é assim que é designada a povoação no ano de 1193. O foral manuelino de Montemor trata a povoação por Revelleis.

No princípio do século XVIII, Reveles tinha 50 vizinhos, ou seja uns 150 habitantes. Em 1842 pertencia esta Freguesia ao Concelho de Abrunheira, que, por decreto de 07 de Outubro, passou a ter a sua sede em Verride. Depois, por decreto de 31 de Dezembro de 1835, que extinguiu este, foi transferida a Freguesia para o Concelho de Montemor. O decreto de 08 de Março de 1928 transfere a sede da Freguesia para a Abrunheira, embora continuando a ser paróquia, o que acontece até ao momento presente.

Cruzamento para a Igreja, Reveles, Coimbra

Igreja Matriz de Reveles, Coimbra

Igreja Matriz Reveles: Miradouro para Oeste (A17)


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A17 em Reveles

Algumas fotografias da A17 no troço que passa junto a Reveles (Coimbra), na zona que atravessa o rio Mondego.

Passagem de nível em Reveles com vista para a A17

A17 na subida de Reveles, Coimbra

Valeta com pedras para filtragem de objectos

Igreja Matriz Reveles: Miradouro para Oeste (A17)


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