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quinta-feira, 30 de maio de 2013
sábado, 20 de agosto de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Ruínas do Pharol do Cabo Mondego (Figueira da Foz)
Ruínas do Antigo Pharol do Cabo Mondego, na Serra da Boa Viagem, Buarcos, Figueira da Foz.
Próximo da cidade da Figueira da Foz encontra-se o Parque Florestal da Serra da Boa Viagem. Com uma extensa área florestal, constitui não só um enorme valor paisagístico e ambiental mas, igualmente, uma área de lazer que contribui para a qualidade de vida dos seus utentes.
É no interior deste parque florestal que se localiza o farol do Cabo Mondego.
A construção do farol foi ordenada por Portaria de 8 de Agosto de 1835 do Tribunal do Tesouro Público, sendo a obra confiada ao engenheiro Gaudêncio Fontana, que desde esse ano até 1847 dirigiu o serviço dos Faróis. A obra só seria dada por concluída em 1858, sendo já director dos Faróis Ipácio Vielle. Quem dirigiu os trabalhos foi o capitão-de-fragata Francisco Maria Pereira da Silva, que mais tarde viria a ser inspector dos Faróis do Reino.
A construção propriamente dita do farol iniciou-se em 1855, ficando as obras concluídas como se disse em Abril de 1858, data em que o farol entrou em funcionamento. A torre ficou com 17,72 metros de altura, tendo sido instalado um aparelho óptico lenticular de Fresnel de 2ª ordem (foi o terceiro a ser instalado no nosso país depois de Santa Maria e Forte do Outão). O aparelho iluminante era um candeeiro mecânico de bombas alimentícias pelo sistema de Carcel, funcionando a azeite.
A Comissão nomeada em 1902 para rever o Plano Geral de Alumiamento e Balizagem dos Portos e Costas Marítimas do Reino e Ilhas Adjacentes referia que o farol do Cabo Mondego deveria ser modificado de forma conveniente - a luz que então era branca e fixa, deveria passar a mostrar grupos de dois clarões brancos e o aparelho inicialmente instalado fosse substituído por outro de 3ª ordem, pequeno modelo.
Em 1916, foi elaborada uma proposta formal de alteração do local de implantação do farol, vindo a ser despachada favoravelmente pelo Ministro da Marinha. Não sendo possível averiguar por forma irrefutável os motivos que levaram a esta decisão, crê-se que interesses relacionados com a Empresa Exploradora das Minas e também por má visibilidade deste farol, levou à construção de outro mais a norte. Por esta razão, do farol originalmente edificado, restam apenas algumas ruínas.






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Próximo da cidade da Figueira da Foz encontra-se o Parque Florestal da Serra da Boa Viagem. Com uma extensa área florestal, constitui não só um enorme valor paisagístico e ambiental mas, igualmente, uma área de lazer que contribui para a qualidade de vida dos seus utentes.
É no interior deste parque florestal que se localiza o farol do Cabo Mondego.
A construção do farol foi ordenada por Portaria de 8 de Agosto de 1835 do Tribunal do Tesouro Público, sendo a obra confiada ao engenheiro Gaudêncio Fontana, que desde esse ano até 1847 dirigiu o serviço dos Faróis. A obra só seria dada por concluída em 1858, sendo já director dos Faróis Ipácio Vielle. Quem dirigiu os trabalhos foi o capitão-de-fragata Francisco Maria Pereira da Silva, que mais tarde viria a ser inspector dos Faróis do Reino.
A construção propriamente dita do farol iniciou-se em 1855, ficando as obras concluídas como se disse em Abril de 1858, data em que o farol entrou em funcionamento. A torre ficou com 17,72 metros de altura, tendo sido instalado um aparelho óptico lenticular de Fresnel de 2ª ordem (foi o terceiro a ser instalado no nosso país depois de Santa Maria e Forte do Outão). O aparelho iluminante era um candeeiro mecânico de bombas alimentícias pelo sistema de Carcel, funcionando a azeite.
A Comissão nomeada em 1902 para rever o Plano Geral de Alumiamento e Balizagem dos Portos e Costas Marítimas do Reino e Ilhas Adjacentes referia que o farol do Cabo Mondego deveria ser modificado de forma conveniente - a luz que então era branca e fixa, deveria passar a mostrar grupos de dois clarões brancos e o aparelho inicialmente instalado fosse substituído por outro de 3ª ordem, pequeno modelo.
Em 1916, foi elaborada uma proposta formal de alteração do local de implantação do farol, vindo a ser despachada favoravelmente pelo Ministro da Marinha. Não sendo possível averiguar por forma irrefutável os motivos que levaram a esta decisão, crê-se que interesses relacionados com a Empresa Exploradora das Minas e também por má visibilidade deste farol, levou à construção de outro mais a norte. Por esta razão, do farol originalmente edificado, restam apenas algumas ruínas.
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quarta-feira, 23 de março de 2011
Ruínas em Amieira
A sul das Termas da Amieira e da Estação da Amieira existem umas ruínas quase à beira da estrada, não sei que construção foi esta, e não encontro informação do que se trata.

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Termas da Amieira
Em 1908 estas termas foram premiadas além fronteiras com Menções Honrosas, diplomas de 1ª classe e Medalhas de Prata e Ouro. Mas isto foi em 1908. Passados mais de 100 anos, a situação é de um total abandono e desleixo. Mesmo degradado, sem condições de utilização e segurança, continua a servir todos os anos milhares de pessoas que passam por lá para desfrutar das suas águas medicinais, no entanto devido à degradação, este sitio é uma autêntica "ratoeira" para quem o desconhece. Cuidado! Poderá levar com uma pedra que se desprenda dos escombros.
Actualmente a água corre em menos abundância nas bicas destas termas porque por cima dos lençóis de água foram plantados eucaliptos, e as raízes destas árvores crescem em profundidade, logo, a absorção de água é maior e, para além deste problema, a construção da auto-estrada A17 fez com que tivesse sido necessário “cortar” a serra onde nascem estas águas.
As águas termais são património, uma dádiva que a natureza oferece a todos. Em primeira instância seriam os nossos governantes a zelar pelo interesse público de umas termas. Por aqui isso nunca aconteceu.






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Actualmente a água corre em menos abundância nas bicas destas termas porque por cima dos lençóis de água foram plantados eucaliptos, e as raízes destas árvores crescem em profundidade, logo, a absorção de água é maior e, para além deste problema, a construção da auto-estrada A17 fez com que tivesse sido necessário “cortar” a serra onde nascem estas águas.
As águas termais são património, uma dádiva que a natureza oferece a todos. Em primeira instância seriam os nossos governantes a zelar pelo interesse público de umas termas. Por aqui isso nunca aconteceu.
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quarta-feira, 16 de março de 2011
Igreja de Nossa Senhora de Finisterra
Igreja de Nossa Senhora de Finisterra, Vila Nova de Anços, Portugal.
Em 2 de Setembro de 1393, o rei D. Fernando concedeu esta povoação, entre outras terras importantes, a Vasco Pires de Camões. Mais tarde, D. Manuel I outorgou (concedeu) novo foral (Carta soberana que, regulando a administração de uma localidade, concedia certas regalias) a Vila Nova de Anços.
Foi demolida na 1.ª metade do século XIX. As ruínas visíveis, reveladas pelas escavações levadas a cabo em 1985/86, correspondem ao traçado da Igreja mandada edificar pelo Infante D. Henrique na primeira metade do séc. XV. As ossadas encontradas no local indicavam a presença de um cemitério.







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Em 2 de Setembro de 1393, o rei D. Fernando concedeu esta povoação, entre outras terras importantes, a Vasco Pires de Camões. Mais tarde, D. Manuel I outorgou (concedeu) novo foral (Carta soberana que, regulando a administração de uma localidade, concedia certas regalias) a Vila Nova de Anços.
Foi demolida na 1.ª metade do século XIX. As ruínas visíveis, reveladas pelas escavações levadas a cabo em 1985/86, correspondem ao traçado da Igreja mandada edificar pelo Infante D. Henrique na primeira metade do séc. XV. As ossadas encontradas no local indicavam a presença de um cemitério.
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terça-feira, 15 de março de 2011
Ruínas na Vinha da Rainha
Durante uma passagem pela vila da Vinha da Rainha, reparei nestas ruínas, mas não sei de que se trata.
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